III Jornada de Cuidados Paliativos do Cariri | PROGRAMAÇÃO OFICIAL

Saiu a nossa PROGRAMAÇÃO OFICIAL!

palestra| Cuidados paliativos: UM ATO DE AMOR

Otávio Cruz Sampaio Neto

Médico Especialista em Saúde da Família e em Cuidados Paliativos

Hospital e Maternidade São Vicente de Paulo

Barbalha | CE


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palestra | Comunicação difícil em saúde

Carmen Carvalho de Brito Bezerra

Médica Geriatra

Hospital Regional do Cariri

Juazeiro do Norte | CE


mesa-redonda | Atenção Multidisciplinar em Cuidados Paliativos

 Rosennyldo Duarte da Nóbrega

Enfermeiro

Unidade de Cuidados Especiais (Cuidados Paliativos) e Unidade de AVC (fase crônica)

Programa de Assistência Domiciliar

Hospital Regional do Cariri

Juazeiro do Norte | CE

Karla Rossana Gomes Lôbo

Psicóloga Clínica e Ludoterapeuta

Otávio Cruz Sampaio Neto

Carmen Carvalho de Brito Bezerra

 

OFICINAS:

Oficina 01: Programação Neurolinguística no Processo de Luto

Ádamo Xenofonte Brasil

Psicanalista e Hipnoterapeuta

Oficina 02: Vivenciando o luto

Karla Rossana Gomes Lôbo

Psicóloga Clínica e Ludoterapeuta

Oficina 03: Arteterapia

Natalle Wold Gomes da Silva

Acadêmica de Medicina da Universidade Federal do Cariri

Projeto de Extensão Arteterapia em Cuidados Paliativos

Oficina 04: Treinamento Teórico-Prático em Anamnese Espiritual

Equipe Liase


apresentação | Amor e Ciência: a história da LIASE Cariri

Coordenação Executiva da LIASE Cariri


conferência de encerramento | Espiritualidade e Autocuidado do profissional de saúde

José Maurício Pereira Lopes

Médico Infectologista

Faculdade de Medicina da UFCA

Barbalha | CE

Orientador da LIASE – Cariri

 

INSCRIÇÕES ONLINE:  acesse o link clicando aqui.

CERTIFICADO: 8 horas

INVESTIMENTO: R$ 10,00

Veja todas as postagens do evento no FACEBOOK! Página da LIASE | Página da JORNADA

Não perca essa oportunidade: venha se encher de AMOR & CIÊNCIA! 💙

“Os pacientes ‘fora de possibilidade de cura’ acumulam-se nos hospitais, recebendo invariavelmente assistência inadequada, quase sempre focada na tentativa de cura, utilizando métodos invasivos e de alta tecnologia. Essas abordagens, ora insuficientes, ora exageradas e desnecessárias, quase sempre ignoram o sofrimento e são incapazes, por falta de conhecimento adequado, de tratar os sintomas mais prevalentes, sendo o principal sintoma e o mais dramático, a DOR. Não se trata de cultivar uma postura contrária à medicina tecnológica, mas questionar a ‘tecnolatria’ e refletirmos sobre a nossa conduta diante da mortalidade humana, tentando o equilíbrio necessário entre o conhecimento científico e o humanismo, para resgatar a DIGNIDADE DA VIDA e a possibilidade de se MORRER EM PAZ” (Manual de Cuidados Paliativos ANCP, 2ª edição, 2012).

 

Liga Acadêmica de Saúde e Espiritualidade do Cariri

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